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Tia Sandra Dog Walker

Seu pet mais saudável e feliz!

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Você conhece a doença do ”verme do coração” (Dirofilariose)?

Você já deve ter ouvido falar em ‘’verme do coração’’, não é? Com esse termo popular e bem assustador, já dá para imaginar o quão grave é essa doença.

Então, leia esse artigo para saber o que é, quais são os sintomas, como é o tratamento e como prevenir esse mal.

O que é?

O termo clínico para essa doença é Dirofilariose Canina, causado por um parasita parecido com a lombriga, chamado Dirofilaria immitis que, quando adulto, se aloja no coração do animal.

A transmissão é feita através da picada de diversos tipos de mosquito, inclusive o Aedes Aegypti. O principal alvo dessa doença são os cães, mas pode afetar também, mais raramente, gatos e humanos.

Uma observação: essa doença só é transmissível através da picada do mosquito e não pelo contato direto entre os indivíduos (animais ou humanos).

É mais comum no verão e em regiões litorâneas. Porém, a prevenção é altamente recomendada mesmo em regiões e climas em que a incidência é menor (mas não é nula).

Transmissão e sintomas:

A transmissão ocorre da seguinte forma: o mosquito pica um animal já infectado e ingere as larvas (microfilárias) do parasita. Ao picar um animal saudável, injeta essas microfilárias em sua circulação sanguínea. Durante cerca de 4 meses, essas larvas se desenvolvem no organismo do animal e migram para o ventrículo direito do coração, onde tonam-se adultas e começam a se reproduzir.

Até a reprodução dos vermes se iniciar, não há a presença de sintomas e torna-se difícil detectar a doença por exames de sangue.

As novas larvas então, se deslocam pela a corrente sanguínea do animal entre 6 a 9 meses após o contágio. É à partir desse período que ocorre a disseminação da doença para outros animais através do mosquito como vetor. E é só nessa fase que a doença pode ser detectada através dos exames sorológicos.

É por isso que essa doença é tão perigosa, já que os primeiros sintomas só ocorrem após meses do contágio e os vermes já estão adultos e se reproduzindo.

No segundo estágio e, devido à progressão da doença, começam os sintomas: tosse, intolerância a exercícios físicos, perda de peso, falta de apetite, respiração acelerada e fraqueza.

Com o passar do tempo, os vermes vão crescendo (podem chegar a 30 cm de comprimento e viver até 7 anos dentro do hospedeiro) e reproduzindo, aumentando a infestação no coração e no pulmão, levando o cão ao quadro de hipertensão pulmonar e insuficiência cardíaca e, por fim, ao óbito, que pode ocorrer de uma hora para outra.

Tratamento:

Há tratamento para essa doença, porém, quanto mais rápido for o diagnóstico, mais chances há de cura, pois o tratamento vai se tornando mais complicado a medida que a quantidade de vermes presentes aumenta. Se houver um diagnóstico precoce, haverá mais sucesso no tratamento, sem que haja risco para o cão e nem fiquem sequelas.

Então, no caso de suspeita, leve o seu cãozinho imediatamente ao veterinário, o qual poderá realizar diversos tipos de exames para diagnosticar a doença, como exames de sangue, radiografias, ultrassonografias e outros.

O tratamento é de acordo com o estágio da doença e ocorre através de diversos medicamentos que devem ser administrados pelo tutor com muita atenção. Esses medicamentos servem para matar tanto as larvas como também os vermes já adultos. Porém, há o risco desses parasitas mortos, ao serem liberados na corrente sanguínea, causarem um trombo e colocar em risco a vida do cão. Por isso, o contato com o veterinário responsável pelo tratamento deve ser constante, para que qualquer emergência seja comunicada o mais rápido possível.

Outro caso grave, é quando a quantidade de vermes adultos é muito grande, causando o bloqueio do fluxo sanguíneo da veia Cava, sendo necessário realizar cirurgia para a retirada destes.

Por isso a importância de um diagnóstico rápido.

Prevenção:

A melhor forma de afastar a doença é com a prevenção. A dirofilariose pode ser evitada com o uso de medicamentos injetáveis ou via oral. Existem também coleiras repelentes de mosquitos, as quais podem ser utilizadas em conjunto com o medicamento para maior eficácia.

Mas não utilize nenhum medicamento sem antes consultar um veterinário! Só ele poderá fazer a indicação da melhor forma de prevenção de forma segura e eficaz, de acordo com o perfil do seu amigão, além de realizar exames sorológicos para verificar se há presença dos parasitas.

Então, leve seu amiguinho regularmente ao veterinário, e mantenha ele e toda a família feliz e em segurança.

 

Esse artigo foi útil para você? Deixe seu comentário ou sugestão aí embaixo.

E entre em contato para conhecer os serviços da Tia Sandra!

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